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21/07/2009

Instalacao da Nova Era nos Coracoes

  ... Nós, que nos comprometemos em tornar melhores os nossos próprios dias, deveremos avançar semeando bênçãos e distribuindo consolações.

        A Humanidade necessita mais de exemplos dignificantes do que de palavras retumbantes.

        A Nova Era está sendo instaurada nos corações humanos, não ao toque de trombetas e clarins, mas ao suave canto da fraternidade e da compaixão.

        Que saibamos manter a nossa compaixão em relação àqueles que nos não entendem, até nos perseguem e mesmo nos caluniam, compreendendo que são nossos irmãos de jornada que estão na retaguarda necessitando de mão amiga e solidária para sair da concha do ego em que se enclausuram.

   Filhos da alma!

            Sabemos das dores que muitos de vós experimentais. Ouvimos as vossas rogativas nos momentos da solidão e do abandono.

            Acercamo-nos dos vossos sentimentos para acariciar-vos a alma e balbuciar-vos na acústica do coração: tende bom ânimo!

            Nunca deserteis da luta de auto-iluminação.

            Não vos permitais o desânimo nem o desespero.

            Cultivai a paciência.

            A noite tenebrosa deste momento inunda-se de luz na madrugada que vai chegando.

            Confiai em Deus e a Ele entregai os problemas e desafios que não podeis solucionar.

            Deus é Amor! Por isso que vos enviou os Missionários da Luz através dos milênios para que conhecesses os caminhos e nos mandou Jesus para ser o próprio Caminho.

            Tende a certeza de que nesta celeridade das horas, na relatividade do tempo que as demarca, avançais no rumo da Vida.

            Quando soe o momento do retorno ao Grande Lar, sereis recebidos pelos amores que vos anteciparam, despertareis conforme os padrões de vossas consciências, porém com alegria, estuantes de vida, e repetireis como o Apóstolo das Gentes: -“Ó Morte, onde está tua vitória? Onde está o teu galardão?”

            Exultai, pois filhos da alma, cantando vosso hino de imortalidade em homenagem à Era Nova que já começou, na qual todos nos encontramos colocados até o momento glorioso da instalação do Reino dos Céus no coração da Terra.

            Muita paz, meus filhos.

            Que o Senhor de bênçãos nos abençoe.

           São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra-* Espírito.

(Mensagem recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao término da conferência pública realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 26 de julho de 2007).

19/07/2009

Parentela

Parentela
“E disse-lhe: Sai de tua terra e dentre a tua parentela e dirige-te à terra que eu te mostrar.” — (ATOS, capítulo 7, versículo 3.)



Nos círculos da fé, vários candidatos à posição de discípulos de Jesus queixam-se da sistemática oposição dos parentes, com respeito aos princípios que esposaram para as aquisições de ordem religiosa.

Nem sempre os laços de sangue reúnem as almas essencialmente afins. Freqüentemente, pelas imposições da consangüinidade, grandes inimigos são obrigados ao abraço diuturno, sob o mesmo teto.

É razoável sugerir-se uma divisão entre os conceitos de “família” e “parentela”. O primeiro constituiria o símbolo dos laços eternos do amor, o segundo significaria o cadinho de lutas, por vezes acerbas, em que devemos diluir as imperfeições dos sentimentos, fundindo-os na liga divina do amor para a eternidade. A família não seria a parentela, mas a parentela converter-se-ia, mais tarde, nas santas expressões da família.

Recordamos tais conceitos, a fim de acordar a vigilância dos companheiros menos avisados.

A caminho de Jesus, será útil abandonar a esfera de maledicências e incompreensões da parentela e pautar os atos na execução do dever mais sublime, sem esmorecer na exemplificação, porqüanto, assim, o aprendiz fiel estará exortando-a, sem palavras, a participar dos direitos da família maior, que é a de Jesus-Cristo.

Pelo Espírito Emmanuel - Livro: Caminho, verdade e vida - Mensagem 62

12/07/2009

Divaldo Franco relata fato inusitado

Na 55ª SEMANA ESPÍRITA DE VITÓRIA DA CONQUISTA, ocorrida naquela
próspera cidade baiana, no mês de setembro de 2008, o querido médium DIVALDO
FRANCO, relatou de público fato verídico vivido por ele, que muito sensibilizou
a quantos o ouviram naquela ocasião em que se estudara: REENCARNAÇÃO UMA
QUESTÃO DE JUSTIÇA... Quando perguntaram ao médium se ele acreditava na
reencarnação, disse que não acreditava nela, pois quê ia mais além -
ele sabia que ela existia! E narrou-nos o seguinte episódio:
Divaldo há cerca de 40 anos foi por vez primeira à Paris, hospedando-se
na residência de familiares de um casal amigo residente aqui no Rio de
Janeiro, à época: Ligia e Emílio Ribeiro.
A primeira noite naquela capital foi-lhe tormentosa, não conseguindo
conciliar o sono de modo algum e sendo vítima de atrozes fenômenos
psíquicos.
Pela manhã, sentindo-se muito estranho, pediu permissão ao casal
anfitrião para sair e dirigir-se a algum lugar que ele mesmo não sabia onde
seria. O casal ficou perplexo, sem entender, como uma pessoa que jamais houvera
ido àquela cidade pedia para sair sozinho, para ir não se sabia aonde. Ademais eram 7 horas de uma segunda-feira, onde os monumentos históricos
franceses não ficam abertos à visitação pública. Mas, Divaldo insistiu,
afirmando-lhes que levaria o endereço deles no bolso e dizendo que
qualquer coisa os avisaria por telefone ou pegaria um táxi. Eles anuíram.
Divaldo saiu a pé, depois pegou o metrô, depois um ônibus que começou a
levá-lo para fora da cidade. Algum tempo se passou dentro do ônibus e o
médium cada vez mais se sentindo noutra personalidade, essa muito
endurecida, parecendo detestar tudo e todos à volta...
O ônibus começou a passar perto de certo bosque. Divaldo pediu ao
motorista para descer do veículo, dirigindo-se a uma estrada de pedras, muito bem
cuidada, uma estrada real, que terminava em frente a enorme Monastério
também revestido de pedras, onde bela torre de igreja ao fundo
predominava. Era uma ordem religiosa, de monjas enclausuradas, que datava do século
XVII, fundada em 1606 por um frade capuchinho.
Divaldo cada vez mais entronizava aquela personalidade estranha para
ele, sentia-se aturdido, mas dispôs-se a bater à porta do Monastério, onde
sorridente a monja-porteira lhe informou que o Monastério não estava
aberto à visitação pública; que as monjas eram enclausuradas e só lhes era
permitida uma única visita masculina - a do confessor da Instituição.
Divaldo, muito pálido pediu que ela fosse chamar a monja-mestra e deu-se
conta que estava falando em francês! Era um francês com um acento
diferente...
Sem saber porque a moça aquiesceu, mandou-o entrar até o parlatório
onde uma religiosa, de cerca de 60 anos, passou a lhe dizer da impossibilidade do
intento por ele almejado. O médium mais pálido e suando muito disse que
desejava uma entrevista com a Abadessa.
Veio a Abadessa, veneranda senhora belga de cerca de 70 anos, e
passaram os dois a dialogar mais ou menos assim:
- Senhora, eu sou o fundador dessa Instituição, muito dura para com as
jovens que aqui habitam, quando a instituí eu não me dava conta disso,
mas hoje venho pedir-lhe para ser mais complacente com as monjas, aja com
mais amor, com mais benevolência para com elas!
- Meu filho, você é tão jovem! Porque está falando em francês
provençal? Meu filho, esta Instituição foi fundada no século XVII em 1625. Você está
aturdido, vou providenciar levá-lo de volta. Onde se hospeda? Vá na
companhia da irmã mestra e outra religiosa...
- Não antes que eu possa visitar a cela onde faleci.
- Como você sabe que nosso fundador morreu aqui?
- Irmã, eu sou ele! Eu vivia em orações contínuas, tanto que onde eu me
ajoelhava, o piso de pedra-pome, ficou um pouco mais fundo que o
restante do assoalho... A minha cela possuía uma gravura da Madona, que certo dia,
após muitas preces, inadvertidamente, queimei um pedaço com uma vela acessa.
- Como o senhor pode saber disso? Essas referências verídicas não
constam em nenhuma de nossas publicações!
- Irmã eu sou ele! A Irmã diz que não posso visitar minha cela porque
teria que passar pelo pátio interno, onde ficam as clausuras proibidas ao sexo
masculino... Mas, se formos pelo altar-mor, atrás dele, há uma porta,
que dá para uns degraus, que vão terminar num corredor, onde sem passar pela
clausura, sem passar pelo átrio principal, chegaremos à minha cela,
irmã!
- Vamos!
Já que insiste tanto e para acabarmos logo com isso, venha e mostre-nos
o caminho que diz conhecer! E Divaldo foi à frente, mostrando o caminho,
que reconhecia, com a Abadessa logo atrás dele, depois a irmã-mestra seguida
pela monja-porteira. Como nos velhos tempos... O fundador à frente de
todas...
Depois do desejo do médium ter sido concretizado e, Divaldo ter
observado na cela a surrada vestimenta do sacerdote, ter visto o chão realmente
amolgado perto do genuflexório, e de não ter visto mais a gravura da Madona que
lá não estava mais, todos muito emocionados, retornaram pelo mesmo
caminho...
A Abadessa pediu para que as outras duas se retirarem e lhe pergunta o
que seria aquele fenômeno. Divaldo fala-lhe abertamente da reencarnação, da
lei de causa e efeito e, promete mandar-lhe o EVANGELHO SEGUNDO O
ESPIRITISMO e O LIVRO DOS ESPÍRITOS em francês, logo que retornasse à Paris.
Já era hora do almoço e Divaldo, convidado, almoça na Instituição.
Continuam a conversar o médium e a Abadessa. Ela, muito emocionada, expressa
amargura por saber disso tudo "tão tarde", ao que Divaldo lhe diz que não, que
ela estava na plenitude das suas forças e que poderia com o novo
conhecimento, usar do Amor Incondicional do Cristo para com as moças ali recolhidas.
Convidado a lanchar, pois já eram 16 horas, ele declina do convite, mas
aceita voltar com as referidas monjas para Paris onde por certo o casal
amigo deveria estar preocupado com tão prolongada ausência.
No dia seguinte, refeito e feliz, ele próprio vai a uma livraria para
comprar os dois livros de Kardec, que o seu anfitrião, gentilmente,
entrega no Monastério.
Passam a se corresponder ele e a Abadessa Beatriz que dois anos depois é
transferida para a Bélgica, por obrigações administrativas; na década
de 80 Divaldo a visita, no referido país, nonagenária, lúcida, muito feliz
com o reencontro, mostrando-lhe o EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, que tanto
lia e relia, e aí o médium lhe conta da sua vida atual, das conferências, da
Mansão do Caminho e demais atividades que lhe dizem respeito.

09/07/2009

TRAJETÓRIA DESAFIADORA

Filhos da Alma:

Que Jesus nos abençoe.

Repetimos a trajetória do Cristianismo primitivo. O solo que espera ensementação, ainda necessita de adubo e de arroteamento.

Não estranhemos as dificuldades e os desafios.

Jesus, que representa a estrela de primeira grandeza da Terra, não transitou por estradas asfaltadas, nem sorveu o precioso licor da amizade e do respeito. Sofreu perseguições sem nome, vivendo testemunhos indescritíveis.

Por isso, Ele nos disse: No mundo somente tereis aflições.

Que sejamos afligidos, mas que não nos tornemos afligentes, impondo-nos a carga dos testemunhos, que conduzamos com elevação ao calvário libertador.

Vendo-vos, filhos da alma, reencetando a jornada que ficou interrompida no passado, em face do desequilíbrio e das lamentáveis posturas humanas, alegramo-nos, porque palmilhais a estrada da redenção com entusiasmo, com amor.

Vivei o Evangelho conforme a interpretação da Doutrina Espírita, e exultai.

Vossas dores são nossas dores, vossas ansiedades e sofrimentos íntimos são nossos, meus filhos.

Jesus compartilha, antecipando as inefáveis alegrias do amanhã ditoso, após vencido o portal do túmulo.

Avançai, seareiros da luz!

Nada vos impeça a glorificação do ideal que vibra e que se expande através de vós.

Jesus nos espera, avancemos.


* Amigo Jesus:

Tu que és o companheiro daqueles que não têm companheiros, que és o médico dos excluídos da sociedade terrena, enfermos da alma e do corpo, que és o guia do planeta terrestre, que foi atirado no éter cósmico sob Teu comando, recebe a nossa gratidão por estes dias de júbilos e de reflexões.

Aceita a pobreza em que nos encontramos, aguardando a fortuna que ofereces aos que Te servem.

Agradecidos, Senhor, rogamos que nos abençoes e aos irmãos e amigos de retorno às suas tarefas, para que sejam fiéis até o momento da libertação.

Muita paz, meus amigos.

Com o carinho dos espíritos-espíritas aqui presentes, o amigo paternal e humílimo de sempre.

Bezerra.



(Mensagem psicofônica recebida por Divaldo Pereira Franco, no encerramento do Curso promovido pelo CEI, no Castelo de Wégimont (Bélgica), no dia 7 de junho de 2009, em seguida à 13ª. Reunião Ordinária do CEI.

04/07/2009

reflexao

"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta."

( Emmanuel )

Tenha um lindo dia!

E um final de semana com muita paz.

Esopo e a língua

04/07/09

Esopo era um escravo de rara inteligência que servia à casa de um conhecido chefe militar da antiga Grécia.
Certo dia em que o patrão conversava com outro companheiro, discorrendo sobre os males e virtudes do mundo, Esopo foi chamado a dar sua opinião sobre o assunto, ao que respondeu seguramente:
_ Tenho a mais absoluta certeza de que a maior virtude da Terra está à venda no mercado. _
Como? Interrogou o amo, surpreso. Tens certeza? Vê lá, hein? Como podes afirmar tal coisa?
- Não só afirmo, como, se meu amo me conceder a autorização, irei até lá e trarei à vossa presença e de vosso amigo, a maior virtude da Terra.
Estás autorizado. Mas, vê se não me envergonhas! Caso o que trouxeres não for realmente a maior virtude da Terra, punir-te-ei com o pior dos castigos.
Saiu Esopo e, dali a minutos, voltava carregando um pequeno embrulho nas mãos. Ao abrir o pacote, o velho chefe encontrou vários pedaços de língua, e, enfurecido, deu ao escravo uma chance para explicar-se.
_ Meu amo, não vos enganei. A língua é, realmente, a maior das virtudes. Com ela, podemos consolar, ensinar, esclarecer, aliviar e conduzir. Pela língua, os ensinos dos filósofos são divulgados, os conceitos religiosos são espalhados, as obras dos poetas se tornam conhecidas de todos. Acaso podeis renegar essas verdades? _
Boa, meu caro, retrucou o amigo do amo. Já que és tão desembaraçado, que tal trazer-me o pior vício do mundo, ou achas que o nosso mercado não o tem em estoque?
_ É-me perfeitamente possível, Senhor, e, com nova autorização de meu amo, irei novamente ao mercado e de lá trarei o pior vício de toda a Terra.
Concedida a permissão, saiu novamente Esopo, e, dali a minutos, voltava com outro pacote muito semelhante ao primeiro. Ao abri-lo, os dois amigos encontraram o escravo e obtiveram dele surpreendente resposta:
_ Por que vos admirais de minha escolha? Do mesmo modo que a língua, bem utilizada, se converte numa sublime virtude, quando relegada a planos inferiores se transformam no pior dos vícios. Através dela, tecem-se as intrigas e as calúnias, as mentiras cruéis, as injúrias e as violências verbais. Através dela, as verdades mais santas, por elas mesmas ensinadas, podem ser corrompidas e apresentadas como anedotas vulgares e sem sentido. Através dela, estabelecem-se as discussões populares que levam ao desequilíbrio social. Acaso podeis refutar o que digo? _
Impressionados com a inteligência invulgar do serviçal, ambos os senhores calaram-se, comovidos, e o velho chefe, no mesmo instante, reconhecendo o disparate que era ter um homem tão sábio como escravo, deu-lhe a liberdade, que Esopo aceitou reconhecidamente, tornando-se, mais tarde, o fabulista mais conhecido da antiguidade, cujas histórias, até hoje, se espalham por todo o mundo
( Apostila da Federação Espírita Brasileira )

03/07/2009

VALORES DA VIDA

Todo intercâmbio entre as almas está em constante processo de renovação no sustento da marcha
evolutiva de todos.
Nenhum coração pode viver normalmente sem companhia.
Olhar, gesto e palavra, ocorrências naturais em qualquer recanto da vida terrestre, tem significações
profundas para a garantia da felicidade.
O olhar exprime os mais diversos sentimentos na mímica da face.
O gesto pode ser o movimentos inicial de grandes ações.
A palavra constrói ou destrói facilmente e, em segundos,
estabelece, por vezes, resultados vitais para muitos anos.
Toda criação da consciência reveste-se de importância particular.
Desde o pensamento isolado a germinar da forja do cérebro à plasmagem respectiva, tudo se afirma
com valor específico, registrado, medido e julgado por Leis Imutáveis.
Modificam-se os valores da vida externa, segundo os valores do entendimento.
Examinemos semelhante realidade.
O arco e a flecha, preciosos para o selvagem, carecem de proveito nas mãos do homem
relativamente instruído.
Uma enciclopédia mostra expressão diferente aos olhos do professor e aos olhos do analfabeto.
As notas musicais são melodias para o músico e vibrações sonoras para o físico.
O desespero desconhece a paz que mora invariavelmente no centro da vida.
A teimosia apenas aprova o que lhe convém às cristalizações.
O egoísmo vê concorrentes em todas as criaturas.
A fraternidade encontra irmãos em todos os companheiros.
A avaliação do bem e do belo varia, portanto, de espírito a espírito, de acordo com o burilamento
íntimo de cada um.
Levantemos o pensamento para Jesus. O Evangelho reúne os valores indestrutíveis.
Aproveita o mínimo ensejo de auxiliar aos semelhantes.
Observa o lado nobre das ocorrências.
Ajusta o colorido do otimismo nas telas do cotidiano.
Confia e espera com paciência.
O objetivo maior da Criação é a felicidade real de todos.
Estuda ao redor de teus passos se os seres e as coisas,
os fatos e as vidas permanecem estacionários ou progressistas,
na procura de valores eternos e, buscando a tua própria integração com o melhor,
caminharás firmemente no rumo da perfeição.

ANDRÉ LUIZ

02/07/2009

Pensamento

"Senhor, ensina-nos a oferecer-te o coração puro e o pensamento elevado na oração. (Meimei)"