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05/12/2009

Conto de Natal




Um aldeão russo, muito devoto, tinha pedido em suas orações, durante alguns anos, que Jesus o viesse visitar uma vez só que fosse na sua humilde choupana.

Uma noite, sonhou que o Senhor, no dia seguinte, havia de aparecer-lhe; e tão certo ficou de que assim sucederia que, apenas acordou, levantou-se imediatamente, entregando-se ao trabalho de pôr em ordem a choupana, para que nela pudesse ser recebido o hóspede celeste tão desejado. Apesar de uma violenta tempestade de granizo e neve, que durou todo o dia, nem por isso o pobre aldeão abandonou os preparativos domésticos, cuidando também da sopa de couves, que era o seu prato predileto, e olhando, de vez em quando, para a estrada, sempre à espera da feliz ocasião, não obstante a tempestade continuar implacável...

Decorrido pouco tempo, o aldeão viu que caminhava pela estrada, em luta com a borrasca de neve que o cegava, um pobre vendedor ambulante que conduzia às costas um fardo bastante pesado. Compadecido, saiu de casa e foi ao encontro do vendedor... levou-o para a choupana, pôs-lhe a roupa a secar ao fogo na lareira e repartiu com ele a sopa de couves, e só o deixou ir embora depois de ver que ele já tinha forças para continuar a jornada!
Olhando, de novo, através da vidraça, avistou uma pobre mulher toda embaraçada, à procura do caminho, na estrada coberta de neve. Foi buscá-la, e abrigou-a também na choupana, mandou-a aquecer-se ao lume benfazejo do lar, deu-lhe de comer, embrulhou-a na sua própria capa, e não a deixou partir enquanto não readquiriu forças bastante para a caminhada!
A noite começava a cair. Contudo, nada havia que pudesse anunciar a vinda de Jesus!
Já quase sem esperanças, o pobre aldeão abriu a porta, ainda mais uma vez, e estendendo os olhos pela estrada, distinguiu uma criança e certificou-se de que ela se encontrava perdida no caminho, de tão cega que estava pelo granizo e pela neve...
Saiu mais uma vez, pegou na criança quase gelada, levou-a para a cabana, deu-lhe de comer, e não demorou muito para que a visse adormecida ao calor da lareira... Sensivelmente impressionado, o aldeão sentou-se e adormeceu também ao fogo do lar, mas... de repente, uma luz radiosa, que não provinha do lume da lareira, iluminou tudo! E diante do pobre aldeão, surgiu risonho o Senhor, envolto em uma túnica branca!
-Ah! Senhor! Esperei-O por todo o dia e Vós não aparecestes, lamentou-se o aldeão...
e Jesus lhe respondeu:
"Já por três vezes, hoje, visitei tua choupana:
o pobre vendedor ambulante, a que socorrestes,
aquecestes e deste de comer,
era Eu!
E essa criança, a quem salvaste da tempestade,
também era Eu!
"O Bem que a cada um deles fizeste,
a mim mesmo o fizeste!"

Leon Tolstói

03/12/2009

SELO LÍRIO AZUL


Recebi do meu amigo JORGE este lindo selinho! Do blog: nectantaurus.blogspot.com, ao qual sou muita agradecida pelo carinho e atencao.
Beijos no coracao JORGE!


Escolher dez amigos para declarar a nossa amizade e nomeamos num post.
Cada um deverá nomear até 10, e assim sucessivamente.
Não há selos ou prêmios, apenas a nossa declaração de afeto.
E a minha declaração sincera de afeto vai para:

Como são apenas 10, com certeza, muitos ficarão de fora, mas por exigência das regras,
São eles:
Rufina Lima -http://alegriade-viver.blogspot.com/
Dani Grossi -http://aromainga.blogspot.com/
Gara -http://garaenlugardelagua.blogspot.com/
Dulce -http://em-prosa-e-verso.blogspot.com/
Antonio Campos -http://bloguedoantoniocampos.blogspot.com/
Wanderley Elian-http://wanderleyelian.blogspot.com/
Júlio Cesar -http://irisvendoesentindo.blogspot.com/
Eduardo Poisl -http://edupoisl.blogspot.com/
Sonia Regina -http://grupoespiritaesperancaeluz.blogspot.com/
Maria Bózoli -http://poesiaseternas2.blogspot.com/
Felicidades a todos!!

01/12/2009

AS ASAS DO ESPÍRITO



Da mesma forma como o deserto necessita de chuva, da mesma forma como uma criança necessita de um nome, da mesma forma como as rosas necessitam de água, o espírito humano necessita de cuidado e atenção.
Esta existência terrena é a infância da Eternidade.
Esta existência terrena, tal como a infância, é um período de deleite, e também de aprendizado.
Somos aprendizes neste mundo inferior, e a nossa lição pode ser resumida em três palavras: Purificar o coração.
O que é efêmero, e o que é Real?
Que coisas têm verdadeiro valor?
Sons e cores do mundo distraem os sentidos, e muitas vezes ofuscam aquilo que é Essencial.
Essencial é a ascendência, essencial é o aprimoramento interior.
Essencial é examinarmos o nosso coração, todas as noites, para verificar se tivemos lucros ou perdas no nosso capital espiritual.
Essencial é lembrarmos que a nossa passagem por aqui é finita, e que em breve seremos chamados a partir.
O nosso corpo físico assemelha-se a uma gaiola, e a nossa alma, a uma ave.
Chega o dia em que a Mãe Amorosa abre a porta da gaiola e diz para a ave do espírito:
"É chegada a tua hora, Voa..."
Conseguirá ela voar?
O que fará nesta hora a alma, recém-liberta da gaiola do corpo, no dia em que a gaiola do nosso corpo fenecer, estaremos aptos a voar com as asas do nosso espírito?
Devemos aproveitar os nossos dias, enquanto habitantes deste mundo inferior, para fortalecermos as asas do espírito, de modo que possamos, na hora da morte, alçar vôo rumo aos Reinos Eternos, rumo às Cidades Imortais.
As asas do espírito constituem-se das virtudes que cultivamos.
"...Vive, pois, os dias de tua vida, os quais são menos de um momento fugaz, mantendo sem mancha a tua mente, imaculado teu coração, puros teus pensamentos e santificada tua natureza, de modo que, livre e contente, possas abandonar essa forma mortal, recolher-te ao paraíso místico e habitar, para todo o sempre, no reino eterno."

Bahá’u’lláh

27/11/2009

PAIS E FILHOS E A ESCOLHA DOS PAIS


A paternidade e a maternidade são sempre decorrentes de vínculos pretéritos. O triângulo constituído por pai, mãe e filho sempre resulta de uma continuidade necessária para todos os envolvidos na nova constelação familiar, onde também irmãos e parentes próximos são, normalmente, ligações de encarnações anteriores. Nossas dívidas se fazem, muitas vezes, dentro do núcleo familiar e retornamos para corrigir as distorções antigas, no mesmo meio.

Nossos filhos são espíritos. São espíritos com os quais já tivemos anteriormente importantes vínculos. Com relação à natureza destes vínculos, poderemos classificá-los em vínculos de afeto e de desafeto. Muitas vezes, as dificuldades vivenciadas por duas pessoas geraram entre elas um ódio mútuo ou outra ligação fortemente estreitada pelas energias deletérias de sentimentos inferiores. São os vínculos criados pelo desafeto do passado. Uma vez estabelecida a troca recíproca das vibrações desestruturantes, cria-se um elo magnético que prenderá mutuamente os dois indivíduos. Não só o amor, mas o ódio une as pessoas. Uma união no sentido de dependência energética que em alguns casos chega a conseqüências extremas.

Espíritos ligados um ao outro requerem uma situação de terapêutica que, muitas vezes, só encontra a solução adequada pela anestesia do passado, apagando-se temporariamente as lembranças perturbadas através de uma nova encarnação. São comuns os "reencontros" do passado, no contexto familiar. Mas a encarnação, na sua função educadora, manterá os dois envolvidos próximos, criando condições para que haja um vínculo de amor entre ambos. Ao renascerem sob o mesmo teto no templo do lar, pelo instituto divino da reencarnação, anestesiados pela sábia lei do esquecimento do passado, eles caminharão para o perdão recíproco, para o mútuo apreço que, inexoravelmente, desfará as cadeias do ódio.

Aquele bebê rosado (ou cor de chocolate conforme o caso), que agora o pai ou a mãe abraçam e acariciam emocionados, muitas vezes é uma vítima do passado que agora receberá a atenção e os cuidados que lhe eram justamente devidos. Pai e mãe podem se enternecer perante a figura doce, suave, de um bebê. A lei da reencarnação propiciou condições para que neste instante vítima e algozes se abracem, chorem de emoção e passem a desenvolver uma nova experiência: a experiência do amor.

Em determinadas reencarnações, pai e mãe é que foram as vítimas, e o espírito que agora desce ao berço, o algoz do passado.

Outras vezes, o desentendimento maior se fazia entre dois do triângulo familiar, e o terceiro se constituía no elemento de aproximação entre ambos.

As circunstâncias são absolutamente peculiares a cada caso, mas só pelo instituto da reencarnação e o véu do esquecimento do passado que podemos compreender a máxima cristã de amar os inimigos. No entanto, muitas encarnações se fazem novamente como continuidade de vínculos afetivos pretéritos. Podemos subdividir as situações de ligações afetivas anteriores em dois grupos: os afetos harmônicos e os desarmônicos.

Analisemos inicialmente as situações de afeto harmônico. Espíritos afins, apresentando interesses comuns, semelhanças de vibrações energéticas, auras que se sintonizam suave e facilmente. Antigos parentes, velhos conhecidos, desta ou de outras encarnações, que retornam ao convívio a fim de receber o amparo necessário para serem reconduzidos à tarefa maior da sua evolução. Os lares também recebem, portanto, espíritos afins que ampliarão os liames da amizade, fortificando as uniões anteriores.

A terceira situação mencionada é aquela em que a escolha dos pais é efetuada visando corrigir um distúrbio na área afetiva: um afeto desarmônico. Vinculações anteriores, neste caso, foram estabelecidas não pelo ódio, mas por um afeto egoisticamente criado. Situações onde duas pessoas mantiveram uniões, lesando uma terceira no seu equilíbrio emotivo, por exemplo, situações de ligações extraconjugais de longa duração e de aparente estabilidade. Duas pessoas que, embora tenham assumido compromissos com terceiros, passam a conviver sexualmente entre si durante uma existência, prejudicam o equilíbrio afetivo de seus parceiros programados. Cria-se entre a dupla, uma interdependência energética onde ambos reciprocamente se alimentam das energias sexuais do novo parceiro. Estabelecem entre si um vínculo que carece de uma reestruturação em nível de valores espirituais mais de acordo com a Lei Universal.

Vejamos como a espiritualidade procede nestes casos: O plano espiritual programa, através das entidades encarregadas deste setor, uma reencarnação onde se deverá mudar o padrão energético-afetivo estabelecido entre os dois personagens em questão. A solução mais freqüentemente utilizada é a manutenção da união entre ambos, mas não uma união conjugal. Reencarnam como pai e filha ou mãe e filho. A sabedoria da lei universal encontra na reencarnação o lenitivo do esquecimento para a manutenção do vínculo afetivo, em moldes não lesivos aos envolvidos. Nesta nova existência a dupla passará a exercitar o amor desvinculado do envolvimento sexual, mas alicerçado pelas bênçãos do lar. Em determinadas situações, a intensidade da ligação é tão expressiva que os elos do passado ainda exercem forte interferência na nova vida chegando a suplantar o instinto maternal e filial. Surge, então, o Complexo de Édipo, onde o filho nutre pela figura materna a paixão do passado, ainda não anestesiada suficientemente por apenas uma reencarnação; o equivalente no sexo feminino, o Complexo de Eletra, quando a filha ainda guarda fortes reminiscências da vida anterior, tem a mesma explicação. Desvios estes que serão todos sanados senão nesta vida, em outra próxima, pelo trabalho das equipes de planejamento e escolha dos pais do espírito que renasce.

Seja qual for à situação do histórico cármico de nossas famílias, é evidente que a Lei Universal é sábia e sempre está nos ensinando que o amor é o único caminho.


Ricardo di Bernardi, médico pediatra, homeopata, ex- presidente da AME-SC e pres. do ICEF-SC
e-mail: rhdb11@terra.com.br
Ricardo Di Bernardi Pres. ICEF

23/11/2009

22/11/2009

Selinho Declaracao de Amizade


Recebi esta homenagem dos amigos: Jenifer&Jeferson - do blog http://jeniferejeferson.blogspot.com/ A quem agradeco o carinho e a amizade. Dedico e divido este 2° selinho a todos amigos do blog.

Funciona assim:
Escolho dez amigos para declarar a minha amizade e os nomeio num post.
Em seguida visito os seus blogs e comunico a nomeação.
Cada um deverá nomear mais dez, e assim sucessivamente.
Não há prêmios, apenas a nossa declaração sincera de afeto.
Quer prêmio melhor que esse?
Os indicados são:

http://peregrinadaluz.blogspot.com/
http://arcadoconhecimento.blogspot.com/
http://bestiarioalagoano.blogspot.com/
http://academiadapoesia.blogspot.com/
http://baudajoaninha.blogspot.com/
http://estejamosempaz.blogspot.com/http:/
http://vendoesentindo.blogspot.com/
http://aprendizdeespirita.blogspot.com/
http://releiturasdemundo.blogspot.com/
http://edupoisl.blogspot.com/

21/11/2009

AS LEIS MORAIS

Leis

LEI MORAL
Paralelamente à lei física, que cabe às ciências particulares buscar as explicações, temos as leis morais. Estas pertencem à alma e concernem às noções do bem e do mal. Cabe ao Espiritismo desvendá-las.
Na pergunta 621 de O Livro dos Espíritos - Onde está escrita a lei de Deus? Os Espíritos respondem que ela está escrita na consciência do ser. E em seguida dizem que há necessidade de sermos lembrados porque a havíamos esquecido.
Como entender que a lei está escrita em nossa consciência? De acordo com os princípios doutrinários, codificados por Allan Kardec, fomos criados simples e ignorantes, sujeitos ao progresso. Nesse sentido, o Espírito André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, explica-nos que no reino mineral recebemos a atração; no reino vegetal a sensação; no reino animal o instinto; no reino hominal o pensamento contínuo, o livre-arbítrio e a razão. São os pródomos da lei moral, cujo objetivo é transformar os homens em "anjos", "arcanjos" e "querubins". É a potencialização das virtualidades de cada ser.
A CASA MENTAL
O Espírito André Luiz, no livro No Mundo Maior, explica-nos que não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente. Temos apenas um que se divide em três regiões distintas. Tomemo-lo como se fosse um castelo de três andares:
subconsciente: 1º andar, onde situamos a residência de nossos impulsos automáticos, simbolizando o sumário vivo dos serviços realizados - hábitos e automatismos;
consciente: 2º andar, localizamos o "domínio das conquistas atuais", onde se erguem e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando - esforço e vontade;
superconsciente: 3º andar, temos a "casa das noções superiores", indicando as iminências que nos cumpre atingir - ideal e meta superiores. (Xavier, No Mundo Maior, 1977, p. 47)
SÍNTESE DAS DEZ LEIS MORAIS
Lei de Adoração – Mostra o sentimento inato que todos os viventes possuem da divindade.
Lei do Trabalho – É uma necessidade. A necessidade é a consciência  de que os falta algo. Não se deve confundir trabalho com emprego. Alguns trabalham e não têm emprego; outros têm emprego e não trabalham.
Lei de Reprodução – Relativo à reencarnação. Mostra a necessidade de purificação do Espírito.
Lei de Conservação – Depois da vida, todos sentimos intuitivamente a necessidade de progredir e aperfeiçoar.
Lei de Destruição – A destruição é necessária para que novos corpos apareçam, mais inteligentes e mais argutos. É a renovação e melhoria dos seres vivos.
Lei de Sociedade – Todos os indivíduos têm responsabilidade para com os outros seres humanos. Os mais fortes devem ajudar os mais fracos; os mais inteligentes, os menos.
Lei de Progresso – Há uma inexorabilidade. Quer estejamos encarnados ou desencarnados, todos estaremos sujeitos à lei do progresso.
Lei de Igualdade – Embora todos os Espíritos tenham partido de um mesmo ponto, uns progrediram mais do que os outros. A desigualdade refere-se apenas ao mérito.
Lei de Liberdade – Quanto maior for a obediência à lei de Deus, maior a liberdade dos seres humanos.
Lei de Justiça, Amor e Caridade – É a mais importante, porque resume as leis anteriores.
DEUS
O nosso ponto de partida é Deus, pois foi Ele quem promulgou todas as leis. Contudo, esse termo encerra uma grande dificuldade, pois além de O tratarmos de forma antropomórfica – dar-Lhe as dimensões humanas –, acabamos também O confundindo com o todo universal (Panteísmo). Embora nos falte um sentido para compreender a divindade, há um elemento primordial que pertence a todos os indivíduos, ou seja, a idéia inata de Deus. Isto porque, sendo todos criados por Ele, Dele devemos necessariamente ter a lembrança. Como há ainda muita distância entre o nossa perfeição e perfeição de Deus, os Espíritos superiores nos indicaram um ser angelical para que servisse de modelo, e fosse objeto de nossa reflexão. O seu nome é Jesus Cristo.
JESUS CRISTO
Reencarnou entre nós há dois mil anos e nos trouxe o Evangelho, a Boa Nova, as Bem-Aventuranças, estas proferidas na frauda de um monte, por isso chamado Sermão do Monte ou da MONTANHA, em que faz um resumo das leis morais que a humanidade devia seguir. Antes da vinda de Cristo, os fariseus procuraram realizar a santidade da Lei através de uma exatidão escrupulosa. Desprezando a voz interior da consciência, o resultado foi a desumanização da santidade e o abandono dos bens supremos do amor pelas insignificâncias mais meticulosas da antiga Lei.
Já Cristo combate a moral exterior (codificada nos preceitos), e revela o valor íntimo da consciência aberta para o olhar de Deus. É Deus quem julga as intenções ocultas. Para Cristo, a lâmpada do corpo é o olho da intenção. Se esse olho for puro, o será também todo o corpo. Mas, se a luz do homem tornar-se trevas, ele só poderá caminhar rumo à perdição. (Idígoras, 1983)
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
O Evangelho Segundo o Espiritismo é o Evangelho de Jesus, estudado por Allan Kardec e melhorado pelas comunicações de eminentes Espíritos. O cuidado foi tanto com a questão moral que, das cinco partes contidas nos Evangelhos, Kardec procurou deixar de lado as profecias, as notícias históricas, os milagres e as palavras que serviram para a edificação dos dogmas da Igreja, para se dedicar exclusivamente aos ensinamentos morais, pois achava que estes não estavam sujeitos a controvérsias e poderiam ser praticados por qualquer pessoa, em qualquer lugar do globo. Dava-lhe um caráter eminentemente necessário e universal.                               
Esqueçamo-nos de nós mesmos, das nossas dificuldades, do nosso egoísmo, da nossa limitação e empenhemo-nos na divulgação da Boa Nova. Somente assim conseguiremos construir um mundo novo e evangelizado.                                                       Texto do site: www.fórumespirita.net                                               foto:google (pensamentoshumanistas)