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31/10/2010

O QUE É A MENTE HUMANA? COMO FUNCIONA?

a mente humana

A mente é um canal de comunicação a serviço do Espírito. Nela ocorre o processamento do desejo e da vontade, que se inicia na essência do Espírito. Conecta-se ao cérebro, graças às propriedades do perispírito, no qual se localiza e se mantém, mesmo após a morte do corpo físico. Segundo a Psicologia Analítica, de Carl Gus-tav Jung, a mente ou psiquismo humano se compõe de Inconsciente e Consciência. O Inconsciente se divide em Pessoal e Coletivo. É no Inconsciente Coletivo que se situam os Arquétipos, estruturas psíquicas que determinam e direcionam o comportamento humano. Já o Inconsciente Pessoal se compõe principalmente dos Complexos, núcleos funcionais carregados de afeto, resultantes emocionais das experiências. Na mente também se processam os pensamentos e as emoções, pois é nela que se encontram gravadas as experiências do Espírito, e tudo que lhe acontece. A relação ente a Consciência e o Inconsciente é de compensação, isto é, toda tensão existente em uma dessas partes será compensada na outra. A Consciência é produto do Inconsciente, sendo este matriz de todas as atividades que nela ocorrem, bem como do surgimento do Ego ou Eu. É pela mente que passam os fenômenos mediúnicos intelectivos.
O impulso para a vida nasce no Espírito, essência divina, ou individualidade imortal, indo em direção do Inconsciente, a-
travessando-o, até atingir a Consciência e, por fim, se transformar em comportamento, pela ação do Ego. Nesse percurso, saindo do Espírito até chegar ao Ego, alquimicamente mistura emoções, pensamentos e sentimentos com conteúdos do Inconsciente e da própria Consciência, eliciando um con-junto de comportamentos que delineiam o que se conhece com o nome de Personalidade. A personalidade de uma pessoa é o conjunto de seus comporta-mentos, pensamentos e emoções que se formam em determinado momento ou fase da vida. Ela é mutável durante toda a encarnação e, principalmente, no intervalo entre encarnações.
A mente é um importante “órgão” para o Espírito e seu principal meio de contato com a dimensão em que se situa. Ela é a “usina” processadora da Energia Psíquica a serviço da evolução do Espírito, merecendo atenção, cuidados e uso constante da amorosidade.

Adenáuer Novaes
Adenáuer Novaes é Psicólogo Clínico, um dos diretores da Fundação Lar Harmonia, Salvador-BA; Apresentador do Programa Alquimia da Alma -Rádio Boa Nova, residente no Brasil. “Jornal de Estudos Psicológicos” Ciência, Filosofia e Religiao.

28/10/2010

PUREZA ESPIRITUAL. O GRAU MÁXIMO DO ESPÍRITO

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Uma das questões mais interessantes e com relevância capital na Doutrina Espírita é o processo evolutivo do Ser.

Sempre se utilizando de uma primorosa argumentação lógica, o Espírito da Verdade e seu nobres colaboradores esclarecem sobre pontos fundamentais, desde a criação até o grau máximo de pureza que o Espírito é suscetível.

Visando este entendimento, consideramos Deus a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas, constatando a sua grandiosidade através de suas obras (sem se confundir com as mesmas), regendo o Universo pelas imutáveis Leis Naturais, destacando-se a soberana Justiça e Bondade.

Universo este que não restringe-se até onde o limitado conhecimento humano atual pode perceber, porém compreende a Criação em sua generalidade, possuindo somente dois elementos essenciais e distintos entre si: o inteligente e o material.

Uma vez criado simples e ignorante, inicia-se a jornada evolutiva do ser inteligente (nas diversas moradas da casa do Pai), ligando-se à matéria em seus diferentes estados e estagiando nos diversos Reinos da Natureza. Este processo é igual para todos, não existindo seres criados em condições privilegiadas. Em cada etapa, estamos nos preparando para a realização espiritual, visto que já trazemos latente a perfeição relativa (somos perfectíveis).

Tendo o Espírito entrado no período da Humanidade, lhe desperta a razão e exercita-se no livre-arbítrio, descobrindo vagarosamente sobre a sua própria realidade. Continuando a desenvolver as suas potencialidades, aprimora-se moral e intelectualmente, incentivado ao progresso pelas Leis Naturais, certo de que tudo se encadeia na Natureza por laços que a compreensão ainda esforça-se por alcançar, mas já vislumbrando as suas bases de Justiça.

Por isto todos são essencialmente iguais diante da paternidade Divina, tivemos o mesmo início, tivemos e teremos as mesmas oportunidades evolutivas mantendo, porém, a individualidade. Não existe dualidade na realização espiritual (bom/mau, masculino/feminino, sábio/ignorante) apenas unidade ontológica (natureza comum inerente a todos e a cada ser)

Entretanto, abordar o último grau da escala evolutiva (ou qualquer um superior ao atual) requer uma aproximação cuidadosa, visto não termos condições intelectuais plenas para a compreensão integral, somente genérica. Mas fugir a estas considerações é não exercitar a inteligência.

Podemos recorrer ao famoso Mito da Caverna, de Platão, como sendo uma boa referência para este caso, onde comparativamente devemos buscar a análise da realidade nos afastando, no mundo dos sentidos, das sombras (aparências) para o mais próximo possível da fonte luminosa (chegando ao mundo das idéias, de preferência...).

É possível afirmarmos, baseados nas informações de Espíritos de escol (como o Espírito da Verdade) constantes nas obras da Codificação e confirmadas pelo critério da Universalidade (ou seja, não é opinião pessoal) que atingiremos um determinado grau evolutivo, onde não mais necessitaremos reencarnar visto a finalização do percurso de todas as etapas evolutivas (LE-113 e outras).

Voltando às sombras citadas no Mito da Caverna, existe um ponto aparentemente paradoxal para alguns leitores quando consideramos que na própria Codificação o progresso é tratado como uma Lei Natural logo tudo deve evoluir... Será que o progresso espiritual não existe após a última escala? Pode-se ter a impressão de que algo não está certo pois foi a mesma plêiade de Espíritos Superiores que confirmou a Lei do Progresso...

Uma das chaves para compreender esta aparente contradição encontra-se numa das questões do próprio capítulo que trata sobre o progresso n´O Livro dos Espíritos (LE-783), que afirma “... o Homem não pode permanecer perpetuamente na ignorância pois deve chegar ao fim determinado pela Providência ...”. Sendo assim, concluímos que existe um objetivo a ser alcançado, e este objetivo é a perfeição de que somos suscetíveis.

Outra chave para entendermos o problema é a reflexão sobre algo que é intrínseco à evolução: o tempo. Encontramos n´A Gênese, Cap. VI – Uranografia Geral: “O tempo não é senão uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias; a eternidade não pode ser mensurada do ponto de vista de sua duração; para ela tudo é presente.” (ver também Cap. XVI – Teoria da Presciência). Não precisamos recorrer à Teoria Geral da Relatividade nem à Mecânica Quântica ou qualquer teoria científica sobre o tempo (e espaço) pois não alterariam o sentido filosófico desta questão: Os Espíritos Puros não sofrem a ação do tempo visto que já não sofrem os efeitos impuros da matéria (apesar de atuarem sobre ela) logo não se purificam mais do que já estão, não mudam de um estado inferior para um superior. O tempo nesta condição não existe como o percebemos aqui...

Novamente na questão LE-113 encontramos que este é o estado dos Espíritos Puros, que gozam de felicidade inalterável e não sofrem as vicissitudes e necessidades da vida material. São os mensageiros de Deus e concorrem para a harmonia universal, dirigindo e assistindo aos Espíritos que lhes são inferiores. Os homens podem comunicar-se com eles, mas bem presunçoso seria este último que pretendesse tê-los constantemente às suas ordens.

Existem muitas outras passagens na Codificação que afirmam que o Espírito atingirá o grau máximo de sua perfeição (pureza) mas apenas citaremos mais uma: LE-116 “... todos se tornarão perfeitos”.

Assim, diversas considerações fundamentais podem ser extraídas dos princípios acima, destacando-se:

1. Todos fomos criados simples e ignorantes e estagiamos em diferentes situações na matéria para desenvolver o potencial da perfeição relativa que já possuímos (perfectibilidade);

2. O processo evolutivo do Espírito finaliza-se quando atinge a perfeição de que é suscetível (desenvolvimento moral e intelectual máximo, felicidade plena e inalterável). Neste estado não há mais necessidade de evoluir, pois sua situação espiritual não será alterada. A noção de tempo atual desaparece perante a eternidade. O Espírito Puro é atemporal.

3. Concorrerá ativamente para a manutenção do Universo onde, mesmo não sentindo as necessidades e vicissitudes da vida material permanecerá ligado à matéria sutil, atuando através do pensamento e da vontade pelo perispírito, que é o seu instrumento de atuação (ver LM-55: em qualquer de seus graus, o Espírito sempre possuirá o perispírito, visto ser o agente de sua vontade. Ver LE-186: ... tal é o estado dos Espíritos Puros, que só têm por envoltório o perispírito...).

4. Poderá comunicar-se com encarnados (novamente a necessidade do perispírito pois utilizará os recursos fluídicos necessários para tanto) incentivando-nos ao progresso para que também realizemos a perfeição espiritual relativa e colaboremos de maneira específica na manutenção do Universo.

5. A Lei de Progresso é válida enquanto ligada à noção de tempo, que por sua vez varia no Universo.

Assim, apesar de praticamente todos nós não estarmos habituados a pensar em algo sem o tempo e matéria como referências (vivenciamos o mundo dos sentidos), verificamos através do raciocínio que os argumentos logicamente tratados pelos Espíritos Superiores sobre a perfeição relativa, o grau máximo da pureza espiritual, são coerentes e sinalizam a conquista da felicidade plena.

Marco Milani
Brasil

Boletim GEAE
Grupo de Estudos Avançados Espíritas
http://www.geae.inf.br

25/10/2010

OS ESPÍRITOS SE COMUNICAM. PROVAS E EVIDÊNCIAS

Mantida em segredo a comunicacao espiritual no seio da Igreja Católica em pleno Vaticano. Espíritos falando através de aparelhos. Provas e Evidências da vida além a vida.

Neste importante vídeo você encontrará evidências da  grandiosidade do Universo, da inexistência da morte e da imortalidade da alma. Graças a Espíritos investigadores, como  o do Sr. Clóvis Nunes, temos de forma acessível palestras,  e informações com o desdobrar da existência do além-túmulo.
Esta palestra, realizada no I SIMESPE,  contém informacoes valiosíssimas sobre a comunicaçao espiritual no seio do Vaticano, antes guardadas a sete chaves. Clóvis  que é Professor, Projetista,Técnico Parapsicólogo, Pesquisador de fenômenos paranormais, especialista em comunicacao instrumental, autor de conferências no Brasil e exterior, nos fala sobre o I Museu Cristao de Além Túmulo, fundado em Roma, ou, Museu das Almas do Purgatório “(Ele guarda registros do que seriam aparições de pessoas mortas. Pessoas que teriam voltado do além ou do purgatório para pedir orações.Na doutrina católica, o
purgatório é um estado de espera. Um lugar de almas em purificação).

…Um segredo guardado há pelo menos 104 anos pela Igreja Católica, onde os espíritos se comunicam também no seio da própria Igreja. No Museu das Almas do Purgatório, em Roma, estão registrados, silenciosamente, fatos incontestáveis que legitimam a comunicação de espíritos.” Fonte: Wikipédia

Clóvis, nos explica também sobre a TCI - Transcomunicacao Instrumental de forma simples e clara. É longo o vídeo, –desculpem-, mas vale a pena assistir até o final!

"O diálogo com os mortos não deve ser interrompido porque, na realidade, a vida não está limitada pelos horizontes do mundo."

(Papa João Paulo II)

23/10/2010

MÉDIUNS E MEDIUNIDADE: Palestra proferida pelo Dr. Sérgio Felipe de Oliveira no 6° Congresso Espírita Mundial

 

Palestra Médiuns e Mediunidade proferida pelo Dr. Sérgio Felipe de Oliveira no 6º Congresso Espírita Mundial que aconteceu no dia 11/10/2010 em Valencia na Espanha

Esclarecedora Conferência do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, que, ao final, foi aplaudido de pé pelos presentes. Assista abaixo:

 

Palestra Médiuns e Mediunidade com Dr. Sérgio Felipe de Oliveira

22/10/2010

DOÇURA, PACIÊNCIA, BONDADE

o milagre do amor
Se o orgulho é o germe de uma multidão de vícios, a caridade produz muitas virtudes. Desta derivam a paciência, a doçura, a prudência. Ao homem caridoso é fácil ser paciente e afável, perdoar as ofensas que lhe fazem. A misericórdia é companheira da bondade. Para uma alma elevada, o ódio e a vingança são desconhecidos. Paira acima dos mesquinhos rancores, é do alto que observa as coisas.

Compreende que os agravos humanos são provenientes da ignorância e por isso não se considera ultrajada nem guarda ressentimentos. Sabe que perdoando, esquecendo as afrontas do próximo aniquila todo germe de inimizade, afasta todo motivo de discórdia futura, tanto na Terra como no espaço.
A caridade, a mansuetude e o perdão das injúrias tornam-nos invulneráveis, insensíveis às vilanias e às perfídias: promovem nosso desprendimento progressivo das vaidades terrestres e habituam-nos a elevar nossas vistas para as coisas que não possam ser atingidas pela decepção.
Perdoar é o dever da alma que aspira à felicidade. Quantas vezes nós mesmos temos necessidade desse perdão? Quantas vezes não o temos pedido? Perdoemos a fim de sermos perdoados, porque não poderíamos obter aquilo que recusamos aos outros. Se desejamos vingar-nos, que Isso se faça com boas ações. Desarmamos o nosso Inimigo desde que lhe retribuímos o mal com o bem. Seu ódio transformar-se-á em espanto e o espanto, em admiração.

Despertando-lhe a consciência obscurecida, tal lição pode produzir-lhe uma impressão profunda. Por esse modo, talvez tenhamos, pelo esclarecimento, arrancado uma alma à perversidade. O único mal que devemos salientar e combater é o que se projeta sobre a sociedade. Quando esse se apresenta sob a forma de hipocrisia, simulação ou embuste, devemos desmascará-lo, porque outras pessoas poderiam sofrê-lo; mas será bom guardarmos silêncio quanto ao mal que atinge nossos únicos interesses ou nosso amor-próprio.
A vingança, sob todas as suas formas, o duelo, a guerra, são vestígios da selvageria, herança de um mundo bárbaro e atrasado. Aquele que entreviu o encadeamento grandioso das leis superiores, do princípio de justiça cujos efeitos se repercutem através das idades, esse poderá pensar em vingar-se?
Vingar-se é cometer duas faltas, dois crimes de uma só vez; é tornar-se tão culpado quanto o ofensor. Quando nos atingirem o ultraje ou a injustiça, imponhamos silêncio à nossa dignidade ofendida, pensemos nesses a quem, num passado obscuro, nós mesmos lesamos, afrontamos, espoliamos, e suportemos então a injúria presente como uma reparação. Não percamos de vista o alvo da existência que tais acidentes poderiam fazer-nos olvidar.

Não abandonemos a estrada firme e reta; não deixemos que a paixão nos faça escorregar pelos declives perigosos que poderiam conduzir-nos à bestialidade; encaminhemo-nos com ânimo robustecido. A vingança é uma loucura que nos faria perder o fruto de muitos progressos, recuar pelo caminho percorrido.

Algum dia, quando houvermos deixado a Terra, talvez abençoemos esses que foram inflexíveis e intolerantes para conosco, que nos despojaram e nos cumularam de desgostos; abençoá-los-emos porque das suas iniqüidades surgiu nossa felicidade espiritual. Acreditavam fazer o mal e, entretanto, facilitaram, nosso adiantamento, nossa elevação, fornecendo-nos a ocasião de sofrer sem murmurar, de perdoar e de esquecer.
A paciência é a qualidade que nos ensina a suportar com calma todas as impertinências. Consiste em extinguirmos toda sensação, tornando-nos indiferentes, inertes para as coisas mundanas, procurando nos horizontes futuros as consolações que nos levam a considerar fúteis e secundárias todas as tribulações da vida material.
A paciência conduz à benevolência. Como se fossem espelhos, as almas reenviam-nos o reflexo dos sentimentos que nos inspiram. A simpatia produz o amor; a sobranceria origina a rispidez.
Aprendamos a repreender com doçura e, quando for necessário, aprendamos a discutir sem excitação, a julgar todas as coisas com benevolência e moderação. Prefiramos os colóquios úteis, as questões sérias, elevadas; fujamos às dissertações frívolas e bem assim de tudo o que apaixona e exalta.
Acautelemo-nos da cólera, que é o despertar de todos os instintos selvagens amortecidos pelo progresso e pela civilização, ou, mesmo, uma reminiscência de nossas vidas obscuras. Em todos os homens ainda subsiste uma parte de animalidade que deve ser por nós dominada à força de energia, se não quisermos ser submetidos, assenhoreados por ela. Quando nos encolerizamos, esses instintos adormecidos despertam e o homem torna-se fera. Então, desaparece toda a dignidade, todo o raciocínio, todo o respeito a si próprio.

A cólera cega-nos, faz-nos perder a consciência dos atos e, em seus furores, pode Induzir-nos ao crime. Está no caráter do homem prudente o possuir-se sempre a si mesmo, e a cólera é um indício de pouca sociabilidade e muito atraso. Aquele que for suscetível de exaltar-se, deverá velar com cuidado as suas impressões, abafar em si o sentimento de personalidade, evitar fazer ou resolver qualquer coisa quando estiver sob o império dessa terrível paixão.
Esforcemo-nos por adquirir a bondade, qualidade inefável, auréola da velhice, a bondade, doce foco onde se reaquecem todas as criaturas e cuja posse vale essa homenagem de sentimentos oferecida pêlos humildes e pêlos pequenos aos seus guias e protetores.
A indulgência, a simpatia e a bondade apaziguam os homens, congregando-os, dispondo-os a atender confiantes aos bons conselhos; no entanto, a severidade dissuade-os e afugenta.

A bondade permite-nos uma espécie de autoridade moral sobre as almas, oferece-nos mais probabilidade de comovê-las, de reconduzi-las ao bom caminho. Façamos, pois, dessa virtude um archote com o auxílio do qual levaremos luz às inteligências mais obscuras, tarefa delicada, mas que se tornará fácil com um sentimento profundo de solidariedade, com um pouco de amor por nossos irmãos.

Léon Denis – Depois da Morte –Cap. XLVIII

20/10/2010

TEU CARMA

  borboleta
       Teu carma é o efeito daquilo que causaste.
       Modifica teu carma, mudando tuas ações.
       Ao transformares teu modo de ser, transformarás as reações na tua existência.
       Podes modificar o teu carma, aceitando o teu hoje e reprogramando tuas atitudes desagradáveis.
       Ninguém te machuca, tu é que te machucas, mas não percebes; por isso, acusas os outros.
       Ninguém te faz infeliz, tu é que esperas que os outros te façam feliz.
       A lei do retorno, isto é, a ciclicidade inexorável do tempo, faz com que tudo sempre volte ao ponto de partida; logo, é importante lembrarmos:
       *se mudares suas ações, estarás mudando teu carma;
       *erros acontecem para ensinar;
       *edificação íntima requer esforço pessoal;
       *daquilo que deste receberás multiplicado;
       *teu carma é o resultado de tuas ações, pois
"a cada um de acordo com o seu comportamento".
       Analisa atentamente a ligação entre situações, idéias e acontecimentos. Observa o nexo causal de tudo o que acontece em tua existência e verás que não são
por sí só os fatos de vidas passadas que te complicam a existência na atualidade, e sim a perpetuação dos velhos modos de pensar e de agir, das crenças incoerentes e dos pontos de vista contraditórios.
Do livro: Um Modo de Entender, uma nova forma de viver  Francisco do Espírito Santo Neto - Ditado por Hammed

17/10/2010

DIVALDO CONFIRMA VOLTA DE EMMANUEL e FALA SOBRE O RETORNO DE JOANNA DE ÂNGELIS POR VOLTA DE 2015

Assista, maravilhosa entrevista concedida a TV FEEVALE – Programa Autografando, onde Divaldo, um dos maiores médiuns da atualidade, já tendo psicografado mais de duzentos livros, fala sobre a volta de Emmanuel – reencarnado numa cidade do interior de Sao Paulo e o retorno de Joanna de Ângelis por volta do ano de 2015. O médium fala ainda  sobre os animais no plano espiritual, transexualidade, lesbianismo e pederastia.

 

Uma feliz semana a todos!