.

24/09/2012

MELINDRES

bird1

Não permita que suscetibilidades lhe conturbem o coração.
Dê aos outros a liberdade de pensar, tanto quanto você é livre para pensar como deseja.
Cada pessoa vê os problemas da vida em ângulo diferente.
Muita vez, uma opinião diversa da sua pode ser de grande auxílio em sua experiência ou negócio, se você se dispuser a estudá-la.
Melindres arrasam as melhores plantações de amizade.
Quem reclama, agrava as dificuldades.
Não cultive ressentimentos.
Melindrar-se é um modo de perder as melhores situações.
Não se aborreça, coopere.
Quem vive de se ferir, acaba na condição de espinheiro.

XAVIER, Francisco Cândido. Sinal Verde. Pelo Espírito André Luiz. CEC.

    03/09/2012

    SIMBIOSE ESPIRITUAL

    port con

    Quase todos os dicionários da língua portuguesa, e até de outras línguas, definem a “obsessão” como sendo idéia fixa, mania de perseguição, intenção exclusiva de prejudicar o outro, mas se analisarmos com calma e serenidade esse fenômeno de origem espiritual, podemos observar que se trata de uma: “simbiose espiritual”, ou seja, uma associação de hábitos, tendências, vícios, desejos e paixões. Quer dizer que, mesmo que um espírito deteste o outro e queira lhe fazer mal, isso só poderá acontecer se houver afinidade, se a possível vitima oferecer condições de aproximação, de imantação e subjugação.

    Quando, no mesmo nível moral, é mais que certo que as preferências também sejam iguais, temperamentos fortes e destemidos atraem forças equivalentes; preguiçosos e inertes se juntam a elementos do mesmo teor; egoístas, orgulhosos, invejosos e ciumentos também atraem companheiros iguais, e são essas viciações conhecidas da vida comum que facultam essas ligações fluídicas perniciosas da obsessão”.

    Muitas obsessões, estruturadas e iniciadas durante a vida física, não se interrompem depois da “morte” e, muitas vezes, são ainda mais acirradas, porque a entidade obsessora passa a ter a vitima a sua mercê, pois ambos estão no mundo fluídico sema roupagem carnal, onde podem se enfrentar cara a cara, sem o obstáculo do corpo físico. Não foi à toa que Jesus recomendou: “Antes de qualquer oração ou oferenda, vá primeiro à casa do seu adversário e reconcilia-te com ele, enquanto estão caminhando juntos aqui na Terra”, numa alusão clara e insofismável que, depois da “morte”, a situação se torna ainda mais grave e de difícil solução.

    As obsessões estão por toda parte, e é tão comum nos dias de hoje, que as pessoas convivem naturalmente com elas, fugindo da realidade e dando a esses sintomas espirituais os nomes de “depressão, síndrome do medo, estresse”, e outras formas de identificação, sem, no entanto, passar pelo crivo dos males espirituais, que hoje proliferam principalmente nas grandes cidades, onde recebem o incentivo constante do trânsito congestionado, das filas intensas para se fazer tudo, do consumo desenfreado, da dívidas acima do orçamento doméstico, da violência vulgarizada por toda parte, dos programas televisivos de nível baixíssimo, dos desquites e divórcios por motivos fúteis, da falta de religiosidade, da falta de conhecimento de uma vida fora da matéria, da falta de fé e esperança nas promessas de Jesus.

    Muitas das “obsessões” em curso na vida das pessoas são frutos de vidas passadas, em que invadiram fronteiras alheias, atassalharam a vida dos outros, se comprometeram com faltas e crimes graves, assumiram compromissos que não cumpriram, criando com isso uma espécie de “carma” temporário que, com certeza, volta sempre, principalmente quando o devedor já possui condições de saldar a dívida. O obsessor quase que sempre é também uma vitima, que precisa ser orientada a oferecer o perdão, pois, caso contrário, também não se libertará nunca, carpindo os mesmos sofrimentos de sua possível vitima.

    Enquanto o homem terreno não for estudado na sua íntegra, como um ser espiritual que é, será sempre difícil fazer avaliações no campo físico e mental, porque, em síntese, o homem é o que ele imagina e pensa, e enquanto o seu pensamento for desequilibrado e autoritário, dificilmente terá condições de conviver pacificamente, e, em conseqüência, de se livrar dos fenômenos obsessivos. Só o a mor cura a obsessão. E Jesus veio para nos demonstrar esse amor, incondicional e puro, que os homens devem ter uns pelos outros, como antídoto para alcançar a paz que todos desejamos.

    Autor:
    Djalma Santos

    Fonte:
    Livro: Segredos e Mistérios da Mente Humana

    10/08/2012

    A cura através da imposição de mãos

    jesu7n

    A troca de energia através das mãos tem sua eficácia divulgada em várias correntes filosóficas e, nos últimos 40 anos, a ciência traz pesquisas da aplicação e benefícios da mesma na área da saúde.

    O Toque Terapêutico é uma técnica contemporânea de terapia complementar desenvolvida por Dolores Krieger e Dora Kunz, na década de 70. A expressão “toque terapêutico” corresponde à conhecida técnica de “imposição de mãos”, amplamente estudada pela Doutrina Espírita como fator promotor de benefícios na área da saúde. Por ser um meio não invasivo, pode ser utilizado como complemento da terapia ou tratamento utilizado nos doentes.
    O toque terapêutico tem registros antigos: aparece no Papiro de Ebers, um dos tratados médicos mais antigos e importantes que é conhecido. Este tratado foi escrito no Antigo Egito e é datado de 1552 a.C. A confirmação deste achado aparece também no livro “O Espiritismo perante à Ciência”, de Gabriel Delanne no trecho “Os egípcios ... empregavam, no alívio dos sofri¬mentos, os passes e a aposição de mãos, como os executa¬mos ainda em nossos dias”. Esta prática aparece por toda a história da humanidade, como na Bíblia, na época dos romanos, na ascensão da medicina árabe com Aviccena, em épocas medievais, etc.
    O médico Paracelso (1493-1541) coloca mais explicitamente a existência de uma força vital magnética e que essa substância sutil possuía notáveis qualidades curativas, pode-se encontrar o principio de bases para o magnetismo que viria a ser descoberto alguns séculos depois. Robert Fludd, médico e místico, atuante no século seguinte a morte de Paracelso, acreditava que os seres humanos possuíam as propriedades magnéticas semelhantes às dos imãs. Esta utilização terapêutica na cura de pessoas começa a ser didaticamente estudada após as descobertas de Franz Mesmer, com o detalhamento do magnetismo animal, em 1779.
    No final da década de 60, Dora Kunz estudava a imposição de mãos praticada por Oskar Estebany, um coronel húngaro com a reputação de ter poderes de cura de bócio com seu toque terapêutico. Kunz convidou Krieger a conhecer o trabalho realizado por Estebany. Krieger observava cuidadosamente as sessões onde ele se aproximava do paciente e suavemente movia as mãos para o ponto em que sentia a necessidade de cura. Ao perceber que a prática aliviava e promovia a cura de grande variedade de doenças, Krieger passou a se dedicar a estudar a aplicabilidade deste fenômeno, introduzindo-o no cuidado com o paciente.
    Em meados da década de 70, Dolores Krieger, enfermeira e
    professora na escola de Enfermagem da universidade de Nova Iorque, e a terapeuta Dora Kunz introduziram a prática que denominaram “toque terapêutico”, com a finalidade de promover a melhora da saúde física e emocional.
    Os princípios científicos que sustentam esta terapia baseiam-se na concepção de que o ser humano possui um campo de energia que pode estender-se além da pele, é abundante, e flui em determinados padrões que se pretendem equilibrados.
    A metodologia deste trabalho é bem semelhante ao passe ministrado em centros espíritas: a pessoa que aplica o toque terapêutico entra em estado meditativo objetivando a cura do paciente. Com compaixão e motivação, o curador foca o desejo de ajudar e até mesmo curar o individuo. Esta vontade é parte importante do processo. Com este pensamento, o campo de energia individual é acessado e a troca de energia faz-se real. As mãos podem agir como um instrumento onde a sensibilidade e a intuição ficam mais vulneráveis a sensações que indicam onde a energia do paciente possa apresentar algum bloqueio. Após a determinação onde das áreas que possam estar em desequilíbrio, o curador começa a mover ou distribuir a energia pelo corpo, aliviando partes doloridas ou congestionadas e melhorando aquelas que estão sem tanta energia.

    COMPROVAÇÕES CIENTÍFICAS DO TOQUE TERAPÊUTICO - Desde a década de 60, pesquisas acadêmicas mostram a eficácia da utilização do toque terapêutico, ou imposição de mãos. Inicialmente realizada com animais, as pesquisas logo foram direcionadas a pessoas com diferentes tipos de patologias. Em 1975, Dolores Krieger demonstrou os efeitos do toque terapêutico através da medição de índices fisiológicos em seres humanos após estudos laboratoriais. Comprovou que após a imposição de mãos ocorrem significativas alterações fisiológicas em doentes hospitalizados em diferenciados casos clínicos. Este estudo foi publicado na Revista Americana de Enfermagem, em 1979, sob o título de “Therapeutic touch: searching for evidence of physiological change” (Toque Terapêutico: busca por evidências de mudanças fisiológicas).
    A maioria dos estudos foi realizada em ambiente hospitalar com grupos de controle. Procedeu a uma investigação com a colaboração de profissionais de saúde em que participaram vários doentes divididos em dois grupos, foram seguidos ao longo de três anos. Um grupo recebeu o tratamento convencional, o outro recebeu além do tratamento instituído a imposição de mãos. Conforme a própria Dolores Krieger escreveu após detalhado estudo dos benefícios desta prática em pacientes oncológicos, os níveis da hemoglobina nos doentes com neoplasia submetidos ao toque terapêutico aumentaram significativamente, apesar de estarem a ser submetidos à quimioterapia.

    De acordo com o Instituto Nacional de Saúde de Washington (EUA), com base em cerca de trinta teses de doutoramento foi atribuído ao Toque Terapêutico, em 1994, a comprovação da sua eficácia como terapia alternativa. A maioria dos estudos da evidência científica relaciona-se com a diminuição da intensidade da dor e do estresse e aumenta a resposta em tratamentos, incluindo a cicatrização de cortes e feridas. A diminuição da ansiedade e indução de relaxamento também aparecem com significância em diversos estudos.
    Em fevereiro de 2005, o “Australian Nursing Journal” traz um artigo acerca da aplicação do toque terapêutico em idosos com diversas patologias. Foram selecionados 121 doentes de acordo com os critérios de inclusão definidos pelas autoras (Sue Gregory e Julie Verdouw), tendo sido reagrupados conforme as diversas patologias. Relativamente ao total de doentes que referiam dor (53), após a aplicação da imposição de mãos, os mesmos referiram que a intensidade da dor diminuiu em aproximadamente 40%.
    O trabalho desenvolvido pela enfermeira Dolores Krieger tem crescido e angariou muitos adeptos em vários países. O toque terapêutico assumiu a condição de curso, e passou a ser ministrado para os alunos do Mestrado e Doutoramento em Enfermagem, na Universidade de Nova Iorque e também pela ordem dos enfermeiros da província de Quebec, no Canadá e por muitos hospitais americanos, sendo incluído no currículo escolar como disciplina na oncologia, saúde materna e nos pacientes com transplante dos órgãos.
    Desde a introdução do toque terapêutico, Krieger já divulgou e realizou treinamentos para enfermeiras em várias universidades. Estima-se que mais de 70 mil enfermeiros, fisioterapeutas, auxiliares e terapeutas ocupacionais tenham participado de treinamentos conduzidos por Krieger e sua colega Kunz..
    Em 1981, Dolores Krieger publicou “Foundations for Holistic Health Nursing Practices” e o manual, As Mãos: Como usá-las para ajudar ou curar, em 1992. Seu livro mais recente é Toque Terapêutico: Novos Caminhos da Cura Transpessoal, de 2002.
    Neste ano, a enfermeira Dolores Krieger participa do 2º Congresso Espírita dos Estados Unidos trazendo um pouco mais sobre as descobertas e pesquisas acerca do toque terapêutico e dos benefícios que esta técnica não-invasiva traz à melhora e até mesmo cura de diversos quadros patológicos.

    09/08/2012

    O TEMOR DA MORTE

    espio

    O Céu e Inferno” de Allan Kardec, em seu Cap. II, traz à baila um tema sobre o qual muitos ainda evitam falar...

    “O homem, seja qual for a escala de sua posição social, desde selvagem, tem o sentimento inato do futuro; diz-lhe a intuição que a morte não é a última fase da existência e que aqueles cuja perda lamentamos não estão irremissivelmente perdidos.

    A crença da imortalidade é intuitiva e muito mais generalizada do que a do nada. Entretanto, a maior parte dos que nele crêem apresentam-se-nos possuídos de grande amor às coisas terrenas e temerosos da morte! Por que?

    Este temor é um efeito da sabedoria da Providência e uma conseqüência do instinto de conservação comum a todos os viventes. Ele é necessário enquanto não se está suficientemente esclarecido sobre as condições da vida futura, como contrapeso à tendência que, sem esse freio, nos levaria a deixar prematuramente a vida e a negligenciar o trabalho terreno que deve servir ao nosso próprio adiantamento.

    Assim é que, nos povos primitivos, o futuro é uma vaga intuição, mais tarde tornada simples esperança e, finalmente, uma certeza apenas atenuada por secreto apego à vida corporal.

    À proporção que o homem compreende melhor a vida futura, o temor da morte diminui; uma vez esclarecida a sua missão terrena, aguarda-lhe o fim, calma, resignada e serenamente. A certeza da vida futura dá-lhe outro curso às idéias, outro fito ao trabalho; antes dela, nada que se não prenda ao presente; depois dela, tudo pelo futuro sem desprezo do presente, porque sabe que aquele depende da

    boa ou da má direção deste.

    A certeza de reencontrar seus amigos depois da morte, de reatar as relações que tivera na Terra, de não perder um só fruto do seu trabalho, de engrandecer-se incessantemente em inteligência, perfeição, dá-lhe paciência para esperar e coragem para suportar as fadigas transitórias da vida terrestre. A solidariedade entre vivos e mortos faz-lhe compreender a que deve existir na Terra, onde a fraternidade e a caridade têm desde então um fim e uma razão de ser, no presente como no futuro.

    Para libertar-se do temor da morte é mister poder encará-la sob o seu verdadeiro ponto de vista, isto é, ter penetrado pelo pensamento no mundo espiritual, fazendo dele uma idéia tão exata quanto possível, o que denota, de parte do Espírito encarnado, um tal ou qual desenvolvimento e aptidão para desprender-se da matéria.

    No Espírito atrasado, a vida material prevalece sobre a espiritual. Apegando-se às aparências, o homem não distingue a vida além do corpo, esteja embora na alma a vida real; aniquilado aquele, tudo se lhe afigura perdido, desesperador.

    Se, ao contrário, concentrarmos o pensamento, não no corpo, mas na alma, fonte da vida, ser real, a tudo sobrevivente, lastimaremos menos a perda do corpo, antes fonte de misérias e dores. Para isso, porém, necessita o Espírito de uma força só adquirível na madureza.

    O Temor da Morte decorre, portanto, da noção insuficiente da vida futura, embora denote também a necessidade de viver e o receio da destruição total, igualmente o estimula, secreto anseio pela sobrevivência da alma, velado ainda pela incerteza.

    Este Temor decresce, à proporção que a certeza aumenta e desaparece quando esta é completa.”

    Finaliza Kardec, “Os espíritas não temem a morte por não terem dúvidas sobre o futuro, encaram sua aproximação a sangue-frio, como quem aguarda a libertação pela porta da vida e não pela porta do nada. ”

    29/07/2012

    ADOÇÃO: UM ATO DE AMOR

    adp

    ADOÇÃO A LUZ DO ESPIRITISMO

    O espiritismo é muito claro quanto à questão da adoção de filhos: é um ato de amor incondicional.

    "O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito" (Evangelho Segundo o Espiritismo - Kardec, A.)
    Somos todos adotados, pois que ninguém é propriedade de ninguém. Nosso filho de hoje poderá ser nosso pai amanhã, assim estabelece a lei da Reencarnação.

    Um dos medos mais comuns das famílias adotantes é de que o filho adotivo venha a se tornar revoltado, porque já teve a rejeição materna.

    Ora, um filho biológico pode ser um espírito que reencarnou para resgate naquela família, causando-lhe muitos problemas; ao passo que o filho adotivo, poderá ser um espírito afim, que vem para trazer felicidade. Ou vice-versa.

    Desta forma, ter um filho adotivo ou biológico sempre será para a família um meio de ressarcir débitos pretéritos, direta ou indiretamente, e sejam esses débitos dela (família) ou dele (filho).
    Adotar um filho, um amigo, um pai, uma mãe devem ser tarefas diárias para quem quer conquistar a sua própria evolução espiritual. Mas a adoção deve ser de coração, pois esse é laço indestrutível, permanente.

    Nossos filhos não são nossos filhos, são antes, irmãos.
    Os corpos que têm, são filhos dos nossos corpos, nada mais.
    Os chamados filhos adotivos são os filhos do coração; estão unidos a nós por indestrutíveis laços espirituais.

    Lições de Sabedoria - Marlene Nobre-http://www.forumespirita.net

    OS PEQUENOS DA RUA

    crian

    Nesse pequeno que passa, roto e sujo, pela rua, caminha o futuro. É a criança filha de ninguém, o garoto sem nome além de menino de rua.
    Passa o dia entre as avenidas da cidade, as praças e por vezes nos amedronta, quando se aproxima.
    Ele não vai à escola e todas as horas observa que se esgotam os momentos da sua infância.
    Você atende os seus filhos, tendo para eles todos os cuidados.
    Esmera-se em lhes preparar um futuro, selecionando escola, currículo, professores, cursos.
    Acompanha, preocupado, os apontamentos dos mestres e insiste para que eles estudem, preparando-se profissionalmente para enfrentar o mercado de trabalho.
    Você auxilia os seus filhos na escolha da profissão, buscando orientá-los e esclarecê-los, dentro das tendências que apresentam.
    Você se mantém zeloso no que diz respeito à violência que seus
    filhos podem vir a sofrer, providenciando transporte seguro, acompanhantes, orientações.
    São seus filhos. Seus tesouros.
    Enquanto seus filhos crescem em intelecto e moralidade, aqueloutros, os meninos de rua prosseguem na aprendizagem das ruas, maltratados e carentes.
    À semelhança dos seus filhos, eles crescerão, compondo a sociedade do amanhã. A menos que pereçam antes, vítimas da fome, das doenças e do descaso.
    Cruzarão seus dias com o de seus rebentos e, por não terem recebido o verniz da educação, as lições da moral e o tesouro do ensino, poderão ser seus agressores, procurando tirar pela força o que acreditam ser seu por direito.
    Você se esmera na educação dos seus e acredita ser o suficiente para melhorar o panorama do mundo.
    No entanto, não basta. É imprescindível que nos preocupemos com esses outros meninos, rotos e mal cheirosos que enchem as ruas de tristeza.
    Com essas crianças que têm apagada, em pleno vigor, sua infância,
    abafada por trabalhos exaustivos, além de suas forças.          Crianças com chupeta na boca utilizando martelos para quebrar pedras, acocorados por horas, em incômoda posição.
    Crianças que deveriam estar nos bancos da escola, nos parques de diversão e que se encontram obrigados a rudes tarefas, por horas sem fim que se somam e eternizam em dias.
    Poderiam ser os nossos filhos a lhes tomar o lugar, se a morte nos tivesse arrebatado a vida física e não houvesse quem os abrigasse.
    Filhos de Deus, aguardam de nós amparo e proteção. Poderão se tornar homens de bem, tanto quanto desejamos que os nossos filhos se tornem. Poderão ser homens e mulheres produtivos e dignos, ofertando à sociedade o que de melhor possuem, se receberem orientação.
    Por hora são simplesmente crianças. Amanhã, serão os homens bons ou maus, educados ou agressivos, destruidores ou mensageiros da paz, da harmonia, do bem.
    Você sabia?
    Que é dever de todos nós amparar o coração infantil, em todas as direções?
    E que orientar a infância, colaborando na recuperação de crianças desajustadas, é medida salutar para a edificação do futuro melhor?
    Sem boa semente, não há boa colheita.

    Enfim: educar os pequeninos é sublimar a humanidade.
    Redação do Momento Espírita

    27/07/2012

    23/07/2012

    COMO VIVER BEM e TER TRANQUILIDADE

     acaso

    Tranquilidade

    1. Comece o dia na luz da Oração.

    O amor de Deus nunca falha.

    2. Aceite qualquer dificuldade sem discutir.

    Hoje é o tempo de fazer o melhor.

    3. Trabalhe com alegria.

    O preguiçoso, ainda mesmo quando se mostre num pedestal de ouro maciço, é um cadáver que pensa.

    4. Faça o bem o quanto possa.

    Cada criatura transita entre as próprias criações.

    5. Valorize os minutos.

    Tudo volta, com exceção da hora perdida.

    6. Aprenda a obedecer no culto das próprias obrigações.

    Se você não acredita na disciplina, observe um carro sem freio.

    7. Estime a simplicidade.

    O luxo é o mausoléu dos que se avizinham da morte.

    8. Perdoe sem condições.

    Irritar-se é o melhor processo de perder.

    9. Use a gentileza, mas, de modo especial dentro da própria casa.

    Experimente atender os familiares como você trata as visitas.

    10. Em favor de sua paz conserve fidelidade a si mesmo.

    Lembre-se de que, no dia do Calvário, a massa aplaudia a causa triunfante dos crucificadores, mas o Cristo, solitário e

    vencido, era a causa de Deus.

    Espírito: ANDRÉ LUIZ
    Médium: Francisco Cândido Xavier